20 janeiro 2008

INFÂNCIA




Distantes tempos a memória alcança
Trazendo cheiros, sons e paisagens
Que hoje se apresentam qual miragens
Da minha doce e colorida infância

Que saudades do tempo da inocência
Quando o dia passava em brincadeiras
No balanço, ou sob as goiabeiras
E o mundo não cobrava tanta urgência

As viagens de trem, os cafezais
O passa-anel nas noites de verão
O sítio do avô, a casa da tia

Sonhos, imagens que não tenho mais
Essas lembranças sempre me dirão
Que eu era feliz... e disso eu sabia!


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