20 novembro 2008

Meu Poeta Manuel



Meu poeta mimo
Meu poeta Manuel

Fala da santinha
do sabonete
e da patinha do gato
com o lirismo
tão desmedido
dos bêbados

Deixa um afago
dentro da gente
desses de fechar
os olhos da alma
e transbordar
de doce melancolia

Meu poeta tristinho
Meu poeta ternura
queria abraçá-lo
e dizer “beba alegria”

Meu poeta das estrelas
Meu poeta querido
vou pedir um favor

Quando você for
pra Pasárgada
me leva com você?




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