Mal conseguimos roçar a Verdade
e no entanto a toda hora ela nos toca
28 Novembro 2008
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helen ps
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20 Novembro 2008
Meu Poeta Manuel
Meu poeta mimo
Meu poeta Manuel
Fala da santinha
do sabonete
e da patinha do gato
com o lirismo
tão desmedido
dos bêbados
Deixa um afago
dentro da gente
desses de fechar
os olhos da alma
e transbordar
de doce melancolia
Meu poeta tristinho
Meu poeta ternura
queria abraçá-lo
e dizer “beba alegria”
Meu poeta querido
vou pedir um favor
Quando você for
pra Pasárgada
me leva com você?
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helen ps
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11 Novembro 2008
Samsara
Deixar o chão e alçar vôo
Alma dividida
Entre o ninho e a partida
Peregrino errante
Em luta constante
Quebrar o espelho
Rasgar os véus
Galgar os céus
Transpor limites
Aspirar a verdade
No sussurro do divino
No segredo do destino
Governar a própria sorte
Morrer além da morte
Abandonar a Roda
Até deixar de ser...
E então nascer
No Grande Coração
Alma dividida
Entre o ninho e a partida
Peregrino errante
Em luta constante
Quebrar o espelho
Rasgar os véus
Galgar os céus
Transpor limites
Aspirar a verdade
No sussurro do divino
No segredo do destino
Governar a própria sorte
Morrer além da morte
Abandonar a Roda
Até deixar de ser...
E então nascer
No Grande Coração
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05 Novembro 2008
Pessoas estranhas
São estranhas as pessoas
Que não sabem amar.
Soberbas, distantes,
Cercam-se de uma fictícia segurança.
São estranhas as pessoas
Que amam.
Otimistas, riem à toa,
Acham que o mundo tem jeito.
São estranhas as pessoas.
Que não sabem amar.
Soberbas, distantes,
Cercam-se de uma fictícia segurança.
São estranhas as pessoas
Que amam.
Otimistas, riem à toa,
Acham que o mundo tem jeito.
São estranhas as pessoas.
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